quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Jonas Brothers


Jonas Brothers é uma banda de Nova Jersey, Estados Unidos, de pop rock formada pelos irmãos Kevin (Paul Kevin Jonas II, 5/11/87), Joe (Joseph Adam Jonas, 15/06/89) e Nick (Nicholas Jerry Jonas, 16/09/92). Eles lançaram três álbuns: It's About Time, Jonas Brothers e A Little Bit Longer.

Tudo começou com o caçula, Nick, que foi descoberto aos 6 anos de idade. Logo sua voz e talento o levariam à Broadway. Com seu pai, escreveu a música Joy To The World (A Christmas Prayer), enquanto o irmão Joe seguia os passos do caçula na Broadway.

Porém a reunião dos três irmãos só viria a acontecer em 2005, quando o grupo foi contratado pela Daylight Columbia Records.

Um ano depois, o Jonas Brothers estreou com o disco It's About Time, que contou com a presença de compositores de peso da música norte-americana, como Desmond Child, Billy Mann e Steve Greenberg. Músicas em destaque: Mandy e Time for me to fly.

Com uma nova gravadora, os Jonas Brother lançaram, em 2007, o segundo álbum da carreira, Jonas Brothers. Foi então que a banda começou a expandir seu trabalho para a televisão, participando do programa Hannah Montanna. Junto com Miley Cyrus também participaram do Teen Choice Awards. Os sucessos da banda nessa época foram SOS e Hold On.

O terceiro álbum da banda, A Little Bit Longer foi lançado em março de 2008. Foi então que os irmãos mostraram talento também para atuar em filmes, com o lançamento de Camp Rock, junto com a cantora Demi Lovato. O filme foi lançado mundialmente e ainda contou com uma trilha sonora oficial.

Atualmente a banda trabalha no lançamento de seu quarto disco, que tem o título provisório de Lines, Vines and Trying Times.

Entrevista com ForFun


Como o público mais tradicional de vocês está reagindo ao novo disco?


Daryan Dornelles
Forfun letras
Forfun

A gente ficou meio ressabiado com isso. Mas ela está aceitando numa boa. Claro que não dá pra agradar todo mundo. E talvez a gente agora conquiste um público novo também. Nós fizemos um show recentemente no Circo Voador e na plateia tinha de tudo: molecada, gente velha, branco, preto, loiro, gente de dreadlock...



O disco anterior foi produzido pelo Liminha e dessa vez a própria banda tomou conta da produção do álbum. Como foi assumir esse trabalho?


Não teve briga não, a gente é superamigo dele e temos o maior carinho. Foi só uma incompatibilidade. Quando a gente ia gravar o disco ele estava com vários projetos e indo direto pro exterior. Foi quando vimos que ia ser a gente mesmo que ia ter de fazer o disco.



Desde o começo a ideia de vocês era a de não ter produtor ou teve algum outro motivo que levou a isso?


A gente quis fazer por nós mesmos. A gente já estava com estúdio. Nosso técnico de PA deu um apoio absurdo, ele gravou o nosso disco inteiro. E isso foi um grande privilégio. Você conseguir gravar o seu disco com o cara que faz o teu som ao vivo é a melhor coisa. Então teve a nossa força de vontade e a nossa organização, mas também pudemos contar com um suporte de toda nossa equipe.



O CD está sendo lançado de forma independente. Vocês queriam assim desde o começo ou não tiveram outra escolha mesmo?


Daryan Dornelles
Forfun letras
Forfun

A gente encontrou um empresário legal que trabalha principalmente a internet. O nosso trabalho desde o começo foi muito baseado na internet e essa percentagem cresce cada vez mais. Ali é o nosso foco. Se acontecer de pintar alguma rádio, como anda rolando, ou televisão, maravilha, mas basicamente a gente trabalha mesmo em cima da internet.



Daí a coisa de lançar o disco também como um download gratuito?


Sim, mas a gente não fez isso para ir contra alguma coisa ou modelo. Foi algo natural, a gente fez as músicas, estávamos tomando um rumo diferente e queríamos que o maior número de pessoas ouvisse aquilo ali. Então tentamos facilitar ao máximo isso. A gente botou no site um arquivo com o cd inteiro e mais o encarte e as letras e se surpreendeu. Não imaginamos que tantas pessoas fossem baixar. Foram 90 mil downloads só no primeiro dia e já está chegando nos 500 mil. Fora que no Brasil você conta nos dedos quem ganha dinheiro com disco. O negócio mesmo é show e ao lançar o disco assim, achamos que a galera ia assimilar as novas músicas mais rapidamente e os shows aumentariam. E é o que está rolando.



Você sabe por que tantas músicas de outras bandas são atribuídas ao Forfun? Já teve gente reclamando a ausência de 7 a 1 eu não sou seu (música da banda Offline que muitos pensar ser do Forfun) nos shows (risos)?


Não muito, mas já rolou sim (risos). Mas isso é porque as bandas vieram todas com influências muito parecidas no início então sempre tem quem vai achar que alguma música do scracho é da gente. Se você pegar uma música nossa e uma do fresno feita há cinco anos, realmente tinha alguma coisa a ver. Eles já tinham um vocal mais melódico e tal, mas ainda assim havia semelhanças. Já hoje em dia com três segundinhos de uma música nossa ou deles já dá pra saber quem é quem.

Biografia de Sepultura


Poucos imaginavam que aqueles despretensiosos garotos iriam voar tão longe. Como muitos sabem o SEPULTURA nasceu como uma brincadeira no começo dos anos 80 na cidade de Belo Horizonte. Mas o destino foi generoso, e não brincava, quando colocou no caminho do metal Paulo Jr. (bx), Jairo Guedez (g), Max (g) e Igor Cavalera (bt).

O Death Metal Brasileiro ainda engatinhava quando o SEPULTURA lançou sua primeira gravação, o famoso split álbum BESTIAL DEVASTATION/SÉCULO XX (85), dividido com os conterrâneos mineiros do OVERDOSE. Músicas extremas como'‘Bestial Devastation' e 'Antichrist' mostravam à que vinha a banda, e começava a crescer uma legião de fãs pelo Brasil. Após este primeiro passo, foi inevitável ao SEPULTURA realizar a grande experiência musical da banda de metal surgida do nada, um disco próprio.

E nasceu MORBID VISIONS (86), um álbum memorável, apesar da produção precária. Como na gravação anterior há bons riffs e músicas, um exemplo é o hino 'Troops of Doom'. O disco proporcionou o começo dos shows pelo Brasil, mas também a despedida de Jairo Guedez.

O SEPULTURA crescia com uma velocidade sem precedentes na cena brasileira. E conseguiram sem demora preencher a vaga deixada por Jairo, com o excelente músico Andreas Kisser, dotado de um estilo inovador e arrojado. Foi em seguida lançado SCHIZOPHRENIA(87), um álbum cheio de gás novo que logo tornou-se um marco do metal brasileiro devido á boa produção e músicas marcantes ( 'Escape to the void' e a instrumental 'Inquisition Symphony', entre outras). Em turnê, a banda foi escalada para tocar em lugares de difícil acesso, como Manaus no Amazonas.

A partir deste ponto o SEPULTURA passou a despertar interesse mundial. O furor provocado pelo SCHIZOPHRENIA fez com que houvesse um lançamento pirata do disco por uma gravadora européia, que chegou á inacreditável marca de 30.000 cópias vendidas (porém sem a banda poder usufruir dos direitos autorais).

Após a boa repercussão do disco de 1987, o SEPULTURA continuou a galgar os degraus da fama, assinando um contrato de longos anos com a gravadora Holandesa RoadRunner. Isso possibilitou à banda gravar aquele que veio a ser um dos discos mais respeitados da história do metal mundial. BENEATH THE REMAINS(89), é até hoje uma grande referência. Foi gravado no Brasil, e apesar do orçamento apertado trouxeram o produtor norte-americano Scott Burns. Ele foi uma peça fundamental devido á sua experiência. Proporcionou condições favoráveis de trabalho para a banda e os ensinou a trabalhar como profissionais, passando informações valiosas aos músicos iniciantes. O produtor mixou e masterizou o trabalho em sua terra natal, algo inédito para uma banda de metal brasileiro na época.

Lançado o disco o SEPULTURA partiu para sua primeira turnê internacional, viajando pela Europa junto com os alemães do Sodom, Estados Unidos, e México. A banda chamou atenção por onde passou e seu nome despontou na mídia mundial. Nesta turnê encontraram uma de suas fontes de inspiração, Lemmy Kilmister e seu Motörhead, cruzaram o muro de Berlim ainda na época da guerra fria, e até conheceram o Metallica (banda muito forte na época). Foi gravado nesta época o primeiro vídeo clipe do SEPULTURA, 'Inner Self ', que tal qual 'Mass Hypnosis' e ‘Beneath the Remains', tornou-se um clássico da banda.

A história continua com o disco ARISE (91). Curiosamente ele foi lançado antes no Brasil devido ao festival Rock in Rio II, no qual o SEPULTURA foi um dos destaques. Esta versão antecipada leva o título ARISE ROUGH MIXES.

Logo a apresentação no Rio a banda promoveu um show gratuito em São Paulo na praça Charles Müller em frente ao estádio do Pacaembu. A audiência de aproximadamente quarenta mil pessoas mostra a força que o SEPULTURA já possuía. Infelizmente algumas pessoas confundiram o espírito de confraternização dos fãs, e um rapaz foi assassinado. Esta fatalidade criou um falso mito sobre o público da banda, que repercutiu por muitos anos negativamente fazendo com que muitos produtores de shows Brasileiros temessem marcar shows com o grupo.

No exterior, por sua vez, a turnê do ARISE foi longa e passou por lugares longínquos e inéditos como Grécia e Japão. Na Austrália foi lançado um dos primeiros singles oficiais da banda, o ‘Third World Posse'. Outros singles deste álbum são 'Under Siege' e 'Dead Embryonic Cells'.

Na Holanda tocaram estrearam em um festival internacional de grande repercussão, o ‘Dynamo Open Air', para mais de trinta mil pessoas. E atraíram mais de 100.000 fãs, nas duas apresentações feitas em estádios, quando estiveram na Indonésia. Lá também foram premiados com fitas cassetes de ouro pelas excelentes vendas.

Gravaram os clipes de ‘Arise' e ‘Dead Embryonic Cells', e lançaram seu primeiro home-vídeo, ‘Under Siege', que foi gravado em Barcelona, Espanha. Com todos estes acontecimentos ligados ao disco ARISE o SEPULTURA firmou seu nome mundo a fora.

CHAOS A.D. (93) foi um dos passos mais importantes da história da banda. O SEPULTURA optou por um lado musical nunca antes explorado, misturando seu som brutal com elementos de música popular e com isto definiram a linha musical de vanguarda que se tornou sua marca registrada.

O lançamento do CHAOS A.D. foi em grande estilo, em um castelo medieval na Inglaterra e com a presença de boa parte da imprensa mundial. O SEPULTURA foi capa de muitas revistas por todo o mundo. Nesta turnê a banda foi até Israel gravar o clipe da música ‘Territory', também lançada como single. Este vídeo foi eleito o melhor Vídeo Clipe do ano pela MTV Brasil, que levou a banda á Los Angeles para receber o astronauta de prata.

Outros clipes/singles tirados deste álbum foram ‘Refuse/Resist' e ‘Slave New World', e o home-vídeo ‘Third World Chaos'.

Nesta turnê o SEPULTURA foi a primeira banda de Metal da América Latina a se apresentar no famoso e tradicional festival “Monsters of Rock”, no Donington Park, Inglaterra. E também a primeira banda do Brasil a tocar na Rússia.

De volta á terra natal a banda foi convidada a tocar no festival ‘Hollywood Rock' só após um abaixo-assinado feito pelo fã clube oficial brasileiro. Isso devido ao boicote por parte dos organizadores do evento, amedrontados com triste incidente em SP anos atrás.

Outro momento que deve ser registrado é o projeto paralelo de Max e Alex Newport, NAILBOMB, que teve o suporte de Andreas, Igor e Dino Cazares. A dupla lançou um disco, POINT BLANK, e se apresentou no ‘Dynamo Open Air'. O que resultou no Disco ao Vivo PROUD TO COMMIT COMMERCIAL SUICIDE, virando algo culto entre os fãs da banda.

A concepção do disco ROOTS (96) começou com a experiência musical e espiritual que o SEPULTURA teve com a tribo dos índios XAVANTES. A música 'Itsari' foi gravada na Aldeia Pimentel Barbosa no ano de 1995, ás margens do Rio das Mortes no Estado de Mato Grosso. Já o restante do álbum foram feitas em Malibu no estúdio Índigo Ranch, dotado de instrumentos de idade avançada, e fazendo da gravação a mais crua o possível.

Neste disco a banda mergulhou fundo nas experiências musicais. Os clipes/singles foram 'Roots Bloody Roots' gravado na cidade de Salvador; 'Attitude' que teve fotos de tatuagens de fanáticos por SEPULTURA como capa e contou com a participação especial da família Gracie no vídeo clipe. 'Ratamahatta' foi um clipe diferente de todos os anteriores do SEPULTURA, feito todo em animação gráfica computadorizada. Ainda foi lançado o disco duplo THE ROOTS OF SEPULTURA, no qual um dos discos conta boa parte da história musical da banda, e o segundo é o álbum ROOTS.

O SEPULTURA continuava fazendo suas incansáveis turnês pelo mundo, só que o ambiente interno era de desgaste. A banda foi convidada para se apresentar nos maiores festivais europeus, e novamente no 'Monsters of Rock' como uma das principais atrações. Porém o destino impediu Max de se apresentasse no festival, já que o grande amigo da banda, filho da empresária e afilhado do vocalista (Dana Wells) havia falecido. E em uma das mais importantes apresentações da carreira da banda o SEPULTURA estava como um trio. Neste dia contaram com a ajuda de diversos amigos para conseguir fazer o show, pois a notícia havia sido um grande choque para todos.

O público presente entendeu a situação e fez um minuto de silêncio a pedido da banda, uma cena que dificilmente se repetirá com tamanha multidão.

Após um breve luto, o SEPULTURA precisou voltar a estrada, pois haviam muitos compromissos agendados. A banda estava no topo da pirâmide e o respeito e admiração que desfrutavam era fora do comum. Infelizmente os constantes desentendimentos com sua empresária Glória, que é esposa do Max, fizeram a banda chegar numa encruzilhada, e a Sepultribo se separou. Andreas, Igor e Paulo tinham a convicção de que a empresária já não estava mais os representando do jeito que deveria e comunicaram sua decisão de não renovar seu contrato de trabalho. Havia a opção de que ela continuar a cuidar dos interesses de Max. Ele não aceitou a decisão dos companheiros e abandonou o SEPULTURA, achando estar sendo injustiçado. A partir de então as trevas caíram sobre o SEPULTURA e o futuro era incerto.

Com o tempo a banda acostumou-se á nova situação imposta. Sabia que não iria parar o trabalho de uma vida toda dessa forma e tampouco podiam deixar seus fãs órfãos. O SEPULTURA é mais que entretenimento, é uma ideologia. E assim que puderam começaram a escrever seu próximo álbum, como um trio. Max formou sua própria banda (SOULFLY).

Igor, Paulo e Andreas passaram a escrever de uma nova forma. Agora o baixo ganhou uma importância ainda maior, como base das músicas. Andreas assumiu os vocais, mas nunca havia cantado antes e não se sentiu á vontade no posto. Decidiram encontrar um novo vocalista para o SEPULTURA.

As fitas de demonstração chegaram em grande quantidade aos escritórios da RoadRunner, e o processo de seleção não foi fácil. Um pequeno grupo de finalistas foi selecionado, e os candidatos receberam uma fita com músicas nas quais deveriam trabalhar (inclusive escrevendo letras) antes de encontrarem a banda para os testes. Os testes finais aconteceram no Brasil, porque para fazer parte do SEPULTURA é imprescindível gostar do país e se identificar com a cultura local. Também foi levado em conta a integração e a afeição entre o grupo.

Desde o começo da procura, a voz e a aparência de Derrick Green impressionou. Quando ele esteve no Brasil para os testes sentiu-se em casa, virou Palmeirense, e se entendeu extremamente bem com a banda. Ele preenchia todos os requisitos necessários, e se tornou parte da família.

A maior parte das músicas já estava pronta, esperando a gravação dos vocais, e a banda estava sob pressão para lançar o disco, mas trabalharam buscando a perfeição. Em 1998 foi lançado AGAINST, um álbum empolgante, de composições e letras fortes. Muitos sentimentos foram traduzidos neste disco, o resgate da autoconfiança, a vontade da volta à estrada.

AGAINST contou com a participação de amigos de longa data da banda. João Gordo em ‘Reza' e Jason Newsted em ‘Hatred Aside'; e também o grupo de percussão japonês KODO hospedou a banda na ilha de Sado, onde vivem, e lá gravaram a faixa ‘Kamaitachi'.

Era chegada a hora de reencontrar fãs e deixar claro que as fofocas propagadas pela mídia (que anunciou o fim da banda) não passavam de grandes mentiras. O primeiro show do AGAINST foi um grande evento beneficente em São Paulo, o BARULHO CONTRA FOME.

Apesar de feito vários shows com suas antigas bandas, o Derrick nunca havia se apresentado para um público tão fiel, exigente e numeroso como os fãs brasileiros do SEPULTURA. Para tanto a banda ensaiou tocando em uma casa de shows pequena em Los Angeles (Brick by Brick), usando o nome ‘TROOPS OF DOOM'.

O BARULHO CONTRA FOME foi um grande sucesso, que os 30.000 fãs presentes lembrarão para sempre. Convidados muito especiais tocaram aquele dia. Mike Patton veio da Itália para o show. Jason Newsted veio dos Estado Unidos. E os índios Xavantes enfrentaram a selva de pedra da metrópole. Carlinhos Brown veio da Bahia. Jairo Guedez matou as saudades da ex - banda, e o lendário Zé do Caixão abençoou a banda. A crítica e a empolgada audiência receberam calorosamente o Derrick na Sepultribo.

Saíram do AGAINST os singles ‘TRIBUS', ‘AGAINST' e ‘CHOKE' (este último ganhou um vídeo clipe gravado durante o BARULHO CONTRA FOME). A turnê rodou o mundo todo e foi bem sucedida. O SEPULTURA tocou pela primeira vez com os gigantes do metal SLAYER, pondo fim ao mito sem fundamentos de que as bandas não se davam bem. E para a alegria dos fãs brazucas de longa data fizeram uma turnê nacional, após anos de espera.

Finda a turnê os quatro músicos estavam ansiosos para começar a trabalhar o próximo disco. A época do AGAINST será sempre lembrada como o oxigênio da carreira do SEPULTURA, inspirado quando mais precisaram e que lhes deu força para construir toda uma Nação.

NATION (2001) é um álbum que já nasce vitorioso e brilhante, inclusive como disco de ouro. Andreas, Paulo, Derrick e Igor criaram um lugar utópico, para as pessoas que importam: fãs, amigos e famílias. A letra de ‘SEPULNATION' é auto-explicativa, a música do SEPULTURA é sua arma, e eles a usam com destreza.

Graças á ajuda da vasta Sepultribo na Internet, a banda foi convidada para tocar na terceira edição do Rock in Rio. Lá o NATION foi apresentado á multidão de 150.000 pessoas, não havia um ser que não estivesse empolgado naquela memorável noite de janeiro (apesar de alguns veículos da imprensa nacional ainda não aprenderem a respeitar um dos maiores fenômenos da música brasileira, o mundo viu com certeza o poder de fogo que os espera). Entraram no palco ao som do hino ‘VALTIO', feito com a colaboração dos músicos finlandeses do APOCALYPTICA.

Também colaboraram na Nação os músicos Jello Biafra e Dr. Israel, e quota pensamentos de gente brilhante (Madre Teresa de Calcutá, Albert Einstein, Gandhi e o 14o Dalai Lama).

O disco mostra um SEPULTURA maduro, cicatrizado e consciente. Resultado da estabilidade proporcionada por Derrick, que participou ativamente na composição do álbum. Seu crescimento na banda é explícito.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Biografia de Metallica


Metallica A história do Metallica começa em Los Angeles, no ano de 1981, quando Lars Ulrich e James Hetfield resolvem formar a banda. Ron McGovney (baixo) e Dave Mustaine (guitarra) vem para completar o time. Dois anos depois, Cliff Burton entra na banda como o novo baixista. É gravada a primeira demo, No Life'Til Leather que contém sete músicas. Mustaine sai e o Metallica segue para Nova York, onde é gravado o primeiro LP, com Kirk Hammett (que era do Exodus) na guitarra. Kill' Em All mostra uma banda que tem velocidade, energia e algo mais do que as bandas do gênero vinham mostrando até então. Em 1984 sai o segundo, e muito esperado álbum, Ride the Lightning, que fica 50 semanas no Top 200 da Billboard, comprovando que o Metallica veio para ficar, não sendo apenas mais uma banda de heavy metal. Mais dois anos e é lançado Master of Puppets, que vende um milhão de cópias só nos Estados Unidos. Mas algo triste acontece: durante a primeira turnê européia, a banda sofre um acidente. O ônibus que os levava derrapa por causa do gelo, numa estrada sueca, causando a morte instantânea de Cliff Burton em 27 de Setembro de 1986. Apesar da perda, o Metallica resolve continuar e, algumas semanas mais tarde, encontram um novo baixista: Jason Newsted (ex-Flotsam & Jetsam), que se encaixa perfeitamente no som da banda. O Metallica retorna à Europa em 1987, para shows que acabaram sendo adiados por causa da morte de Cliff. A garagem de Lars é convertida num estúdio de ensaio, onde a banda grava Garage Days Revisited, cheio de covers (como Am I Evil? da banda preferida do metallica, o Diamond Head). Ainda neste ano , eles tocam no Donington Festival, o Monsters Of Rock original (eles haviam tocado lá em 85). No ano seguinte sai Cliff' Em All, um vídeo tributo ao baixista, e o quarto LP: ...And Justice For All, que bate recordes de vendas, levando a banda a uma turnê mundial (que, graças ao bom Deus, incluiu o Brasil, em 89). Em 91 sai Metallica ou ainda The Black Album (como também é chamado), que provoca diferentes opiniões, dividindo não só a crítica como os fãs. O som continua pesado, mas há algo de diferente, o que pode ser consequência do novo produtor da banda: Bob Rock (que trabalhou com o Bon Jovi). O disco, no entanto, é sucesso absoluto de vendas e a banda faz 300 shows pelo mundo entre agosto de 91 e julho de 93 (passando novamente aqui na terrinha em março de 93). Depois de um ano de férias coletivas, o Metallica participa do festival Lollapalooza e volta ao estúdio para gravar Load, que sai em 96. Na verdade, as gravações desse album renderam muitas músicas de modo que Reload , de 1997, é lançado com o rico material que restou (o que não quer dizer que sejam "sobras"!!! ) No ano de 1998 sai Garage Inc, um álbum duplo só com covers, entre elas: Whiskey In The Jar (Thin Lizzy), Tuesday's Gone (Lynyrd Skynyrd) e Die Die My Darling (The Misfits). Em maio de 99, o Metallica vem para shows no Brasil depois de 6 anos e apesar da reação adversa dos fãs, frente às mudanças da banda, os ingressos logo se esgotam. Sempre surpreendendo, a banda anuncia em 1999 a gravação de “S & M”, um álbum ao vivo, porém, com uma orquestra inteira acompanhando-os no palco. O resultado dos novos arranjos, misturando guitarras distorcidas com violinos foi muito positivo e a balada “Nothing Else Mathers” virou até vídeo clip. Logo a seguir, o baixista Jason Newsted resolveu deixar o Metallica, segundo ele, por falta de liberdade na hora de compor e insatisfação com o direcionamento musical que vinham seguindo. Pouco depois, James Hetfield se internou em uma clínica de reabilitação e a banda ficou alguns anos parada. Em 2003, o Metallica volta com tudo. O baixista Robert Trujillo (Suicidal Tendencies e Ozzy Osbourne) é escalado para ocupar as quatro cordas e o inédito "St. Anger" é lançado. Muito mais pesado do que os últimos trabalhos do grupo, esse álbum traz de volta o peso e a agressividade ao som do Metallica.

Biografia De Nirvana


Nirvana foi uma banda de Grunge fundada no ano de 1986 em Aberdeen, cidade vizinha a Seattle e que fazia parte do circuito underground juntamente à cena de Portland. Sua música foi inspirada no Punk Rock e no Rock Alternativo e foi chamada Grunge pela imprensa e meios de comunicação da época. O grupo se desfez em 1994 com a morte de seu líder, Kurt Cobain. Muitos críticos e historiadores aclamam o Nirvana como a banda representativa da “Geração X”. Nirvana só com o Nevermind vendeu dez milhões de cópias, só nos EUA e durante toda a carreira vendeu 50 milhões de cópias de álbuns no mundo todo. Em 1984, Kurt Cobain fortalece a amizade com um rapaz muito alto chamado Krist Anthony Novoselic. Os dois se conheciam de vista da escola e de ensaios dos Melvins (banda muito conhecida no cenário local). Mas começam a se entrosar quando tocam juntos em alguns ensaios sem compromisso. Mesmo assim, Novoselic não se empolgou imensamente com a idéia de participar de uma banda com Kurt. Em maio de 1985, Kurt abandona a escola um mês antes de se formar. Em dezembro, Kurt finalmente leva em frente sua primeira banda e lhe dá o nome de Fecal Matter. Tocam com ele Dale Crover no baixo e Greg Hokanson na bateria. A primeira fita do Fecal Matter é registrada ainda naquele mês. Kurt e Crover viajam de Aberdeen a Seattle para usar o gravador de quatro canais de Mari, tia de Kurt. A banda iniciante também faz um pequeno show em Aberdeen, abrindo para os Melvins.

System Of a Down Biografia



O System Of a Down é uma banda californiana formada pelo quarteto de descendentes de armênios Serj Tankian (vocal), Shavo Odadjian (baixo), Daron Malakian (guitarra) e John Dolmayan (bateria). Em 1993 a banda começou a surgir de um encontro acidental de dois de seus membros, Serj e Daron, em um estúdio onde cada um ensaiava com sua própria banda. Eles logo perceberam que tinham muitos interesses musicais em comum e montaram a banda Soil. Shavo e John se juntaram aos outros membros em encontros por causa de aparições da banda na comunidade armena ou em clubes da região e finalmente surgiu o System Of A Down. Um amigo do produtor Rick Rubin (que havia trabalhado com Slayer, Red Hot Chilli Peppers e outras bandas) levou-o até um dos shows do Soil e ele, empolgado com a banda, conseguiu um contrato com a American Recordings para produzir o primeiro álbum, auto-intitulado, em 1998. O debut foi certificado disco de platina nos Estados Unidos pela vendagem superior a um milhão de cópias. Os vocais são poesia abstrata apimentada por questões políticas e religiosas; e a parte instrumental de um rock pesado, irônico e solto das amarras dos compassos fizeram com que o System Of A Down rapidamente se destacasse. Em 2001 foi a vez de Toxicity ser lançado. O álbum simplesmente estourou no mundo todo e vendeu mais de seis milhões de cópias. Estreando em primeiro lugar nas paradas da Billboard, ainda gerou quatro singles que foram número um nas paradas americanas. O sucesso mundial foi tão grande que em 2002 eles lançaram o Steal This Album com 16 músicas que eram sobras de estúdio. Esse álbum vendeu mais de dois milhões de cópias no mundo todo e seu single principal “Boom!” que fazia críticas abertas a política de George W. Bush foi um hit do movimento anti-guerra. Após uma extensa turnê, a banda entrou em estúdio novamente e lançou em 2005 o álbum Mezmerize. As músicas são mais complexas, mais progressivas e mais experimentais do que nunca, enquanto reiteram a ironia e esquizofrenia de sua música. Os temas incluem relacionamentos, os demônios da televisão e das corporações de controle da mente, os mistérios da vida e da morte e a experiência surreal de um jogo de baseball. Em novembro de 2005, eles lançaram a continuação do trabalho, com um outro disco: Hypnotize. Em pouco mais de uma década de existência, o System Of A Down já provou que sua proposta inicial estava correta: nem tudo na música já foi feito. E a criatividade aliada à inteligência e à forte personalidade. Peso levando a inquietude do rock à máxima potência.

Biografia De Linkin Park


Segundos álbuns são famosamente complicados. Músicos tem suas vidas inteiras para escrever seus primeiros álbuns, a teoria diz, e um tempo relativamente curto para segui-lo com o próximo. Mas e se o primeiro álbum em questão é o mais vendido dos últimos tempos? E se a indústria da música tem expectativas por outro “blockbuster” instantâneo? Essa era a situação que o Linkin Park encarou quando entraram em estúdio para gravar Meteora, segundo álbum seguindo o multi-platina de estréia Hybrid Theory. Aquele álbum—que a Rolling Stone chamou de “doze canções de fogo compacto, misturando metal alternativo, hip-hop e arte de picape, que não podem ser separados”—vendeu 14 milhões de cópias pelo mundo inteiro. Foi o álbum mais vendido de 2001. Lançou três singles que foram direto para as paradas incluindo “In The End”. E em 2002, recebeu um Grammy de Melhor Performance Hard Rock por “Crawling”, além de indicações para Melhor Álbum de Rock e Melhor Revelação. Depois de tanto esforço e determinação, desde as origens humildes da banda na California nos anos 90, Linkin Park agora tinha os ouvidos do mundo. Para as pessoas de fora da banda, a pressão de fazer um álbum que superasse o primeiro era enorme. Mas dentro do Linkin Park, os vocalistas Chester Bennington e Mike Shinoda, o guitarrista Brad Delson, o DJ Joseph Hahn, o baterista Rob Bourdon e o baixista Phoenix não estava tão preocupados quanto você esperaria. Ao invés de se preocupar com as expectativas exteriores, eles trabalharam, meticulosamente criando cada momento de cada canção de acordo com seus próprios padrões. “Nós nunca queremos pensar que temos que vender 10 milhões de cópias com cada álbum. Isso é ridículo,” diz Bennington. “É uma benção vender tantos álbuns; não acontece muito nessa indústria—uma vez na carreira já é uma conquista. Nossa obrigação é com os fãs. Não vamos relaxar e dizer que é certeza as pessoas sairem para comprar nossos álbuns.” “E se você nos conhece, você sabe que a maior pressão veio de dentro da própria banda,” diz Shinoda. “Só queremos fazer outro álbum do qual nos orgulhamos,” says Bourdon. “Nos focamos nisso, e trabalhamos para criar canções que amamos. Nós somos nossos piores críticos.” Se você duvida, considere isso: Shinoda e Bennington escreveram 40 refrões para o primeiro single de Meteora “Somewhere I Belong”, antes de chegar na melhor versão possível.